Diary entries forEvil Dead Rise
Evil Dead Rise
este é cinema
Evil Dead Rise
gente este é um acontecimento
Evil Dead Rise
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Evil Dead Rise
Was hella fun, demon had some great jokes
Evil Dead Rise
Unironically hilarious, one of the funniest films I’ve seen this year. I mean that in a good way though, it does have a few scares but overall it’s more of a dark comedy. ‘Mummies with the maggots now’ is one of the best lines in horror history. I liked the ending, it was done well. A good time all round.
Evil Dead Rise
Aumentando de 1 pra 2.5 ainda acho que foi lavagem de dinheiro
Evil Dead Rise
Esse filme foi esquema de lavagem de dinheiro não existe outra explicação pqp que bosta
Evil Dead Rise
don't mind my mother, she's just possessed by an ancient demon
Evil Dead Rise
Todo ano grandes estúdios investem em filmes de terror com as premissas mais variadas possíveis das mais genéricas, com histórias pseudo reais ou até mesmo com a premissa mais clichê possível com exorcismos e uma atmosfera que só tem o foco em causar sustos momentâneos e zero tensão, então eu digo que se você busca essas superficialidades... Você não vai encontrá-las em Evil Dead Rise, ou A Morte do Demônio: A Ascenção, título usado no Brasil. Apesar de utilizar o nome da Franquia iniciada por Sam Raimi, o filme tem pouca conexão com seus antecessores, sendo a liga que os conecta elementos visuais e o icônico livro dos mortos, principalmente com os filmes da trilogia original, tendo mais haver com o reboot de 2013. Nesse filme acompanhamos uma família compostos por uma mãe solteira Ellie (Alyssa Sutherland) e seus três filhos Danny (Morgan Davies), Bridget (Gabrielle Echols) e Kassie (Nell Fischer) que recebem a visita de sua irmã Beth (Lily Sullivan) precisando da ajuda de sua irmã, Ellie, com um problema pessoal, mas acontecimentos sinistros envolvendo o livro dos mortos e o prédio condenado ao qual a família mora e que vai ser demolido em breve por não ter condições de ser um local para morar. Eu posso falar com segurança que se tem uma franquia que não sofre por falta de originalidade e ousadia, seja na narrativa ou no texto, é a Franquia Evil Dead. Seja com o filme do início da carreira de Sam Reime a até o 3° filme da franquia do mesmo onde o protagonista Ash (Bruce Campbell) viaja no tempo para um reino medieval e precisa enfrentar demônios e utilizar o livro dos mortos para voltar à seu tempo, ou então o reboot de 2013 que possui um tom mais sério e não tem o menor pudor em sua violência gráfica e o uso de bastante sangue falso. Esse novo filme é um filme que utiliza a aura sangrenta e seriedade do seu antecessor. Ele inicia-se com um prólogo que faz referência a franquia original com jovens numa cabana e uma das garotas, Jessica (Mia Challis), entregando a performance de jovem possuída e brutal de outrora. Com menos de 15 minutos de duração, o filme já mostra a que veio com cenas brutais, um nível de tensão único e uma sequência que evidência o menor pudor em sua realização e, não ironicamente, com alguns mini momentos bem humorados que servem para criar empatia para com alguns personagens, na dosagem certa para não cair no galhofa, mas também para não ficar aquela coisa séria e muito pesada, o que poderia levar o filme para um caminho mais sórdido e extremamente pesado. Com personagens que, apesar de uma rápida introdução, a narrativa e o texto utilizam os temas e os diálogos corretos para que um senso de empatia seja rapidamente desenvolvido. A ousada escolha de mudar o cenário clássico de uma cabana abandonada no meio do nada, por um prédio antigo, que está condenado, se mostra acertada quando a direção de Lee Cronin rapidamente se mostra ágil ao explorar bem a geografia do ambiente e deixar pistas sobre possíveis caminhos que a trama pode explorar para desenvolver seu filme com sequências de ação, tensão e coreografias de cena extremamente dinâmicas e, não ironicamente, assustadoras. As performances são outro aspecto que não deixam a desejar. Com destaque maior para Alyssa Sutherland que possui uma entrega de atuação e corporal para com o seu papel de vítima possuída que, apenas com o olhar, demonstra ser alguém que está genuinamente disposto a machucar todos por conta do espírito que a domina, mas dizer isso é apenas um destaque no meio de vários personagens que, com excessão dos coadjuvantes que estão mais ao lado da trama principal, não deixam a desejar em aspecto nenhum, talvez a única crítica válida, talvez duas, seja o fato de que, o fato de Alyssa possuir um rosto amplamente expressivo o trabalho de maquiagem com ela seja mínimo, atenuando mais características específicas como os olhos amarelados, que são características únicos da franquia e os dentes igualmente amarelados, a maquiagem precisava trabalhar alguns outros personagens que, por ter um rosto mais inocente, não empregavam tanta ameaça assim, visualmente falando, porque em termos de atitudes, Nenhum dos possuídos deixa a desejar em atos violentos. Sempre bom deixar bem claro que a violência aqui não é algo tão gratuito, o que poderia ser uma armadilha, tendo em vista que muitos filmes embargam num teor de violência, mas acabam caindo no mal gosto, coisa que em momento nenhum acontece nesse filme tal qual o seu antecessor de 2013. Enfim, o saúdo final é um filme sóbrio, que possui ousadia em sua execução, performances sóbrias, com excessão de Alyssa que brilha a cada momento que está em tela, com um cenário que, apesar de urbano, emprega uma aura sombria e com segredos em seu interior que o tornam igualmente sinistro. A Morte do Demônio: A Ascensão é um filme de terror gore, que não tem medo de dizer a que veio, com personagens interessantes, com um drama bem acentuado e performances muito boas. Um deleite pra fãs de terror e principalmente pra fãs da franquia, em especial se você é fã do Reboot de 2013. Um ótimo terror pra esse começo de ano.
Evil Dead Rise
pareil que celui de 2013 c'est plutôt basique et gore meme si je trouve qu'il y a plus d'idées de mise en scène que dans l'autre. je met 3 parce que j'arrive pas à me décider mais c'est vraiment plus proche du 2.5