Diary entries forMadame Web
Madame Web
me divertiu em alguns momentos
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Morbius might suck, but Madame Web is a freaking 2024: Ranked (https://boxd.it/sDDDC)
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Watched this on Valentine’s Day but left my review to a couple days after so I could really let this sink in. I think it’s no exaggeration to say that Madame Web is quite possibly the worst film ever made. I also think there is a good chance no film will ever be as bad as this. They used an $80million budget and a talented cast to create one of the stupidest movies ever. There is literally so much wrong with this movie I could write a dissertation on it. It’s absolutely awful. The person I went to watch this with gave it a 5 star review, which I can completely understand as this is one of the funniest films ever… to laugh at. It’s so bad it’s a joke, and a pretty funny one. I understand looking at it from both sides but for me I truly believe this could’ve actually been a fun time. As mentioned the cast is pretty great, minus the villain, but they are all terrible in this. Not a single good performance. The villain, Ezekiel, is by far the worst though, he delivers lines asif he’s an AI bot and he shows no emotion throughout the entire thing. The villain doesn’t do anything remotely entertaining, just slowly walks towards the girls and climbs walls. It’s so stupid. The scene where all three girls get on a table at a random restaurant and start dancing for a group of lads is so absolutely absurd it’s a joke. Maybe it’s the director’s fantasy? Who knows but I genuinely believe there is more chance of the sun exploding than this happening in real life. For me, this was the most unbelievable and ridiculous thing in the film. Also, why the fuck are the hero’s only shown in their costumes for about 30 seconds during the entire film? Like genuinely what? This alone could’ve made it 10x better. The script is the worst I’ve ever seen. The dialogue and delivery is horrendous. Everything about this sucks. Even the ‘fight’ at the end is just the girls running around and screaming. Its so anti-feminism but I don’t think the people making that realised. To me this film is borderline sexist. It’s actually so bad. I can’t comprehend how bad it is, especially for the budget. Rant over.
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Que filme horroroso puta que me pariu cara
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Se Venom é Braim Damage do Hennenlotter, Madame Teia é Premonição do Lucio Fulci. Seja por uma questão de um assassino mascarado que quer eliminar essas garotas por uma questão de um perigo futuro ou por uma obsessão do controle sobre corpos femininos isso desde o momento que ele está em cena. Tudo nesse filme tem uma identidade muito interessante, mesmo com uma mão de engravatados fortemente segurado a rédea. Mas eu adoro e apoio o trabalho se S. J. Clarkson, desde a reconstituição se época dos aos 2000, em uma Hollywood que está presa nos anos 80, aqui reconstruir essa Nova York dos anos 2000 é muit bom, menos pelo que grita e mais pelo que se percebe. O mural com Damgerously im Love da Beyoncé, Toxic da Britney Spears no rádio e aquela piração surrealista com um cgi nada discreto de quando a Cassie se afoga. Mas o que mais eu notei. Essa revisita é que ele é um filme de boneco descarado, seja os bonecões ou algumas cores e cenários mais saturados e principalmente como um filme que fala sobre mulheres que ajudam mulheres e que não odeiam e ainda se reconciliam com outras mulheres. É um filme que tem prazer em mostrar um lado mais positivo da maternidade, a gente é bombardeado todo ano por filmes e cineastas que odeiam as mães, é bom ver um que aprecia esse traço. Tão bom, se duvidar melhor que na primeira vez. Bom demais!
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Em um momento onde se destrincha uma obra baseada nas suas ambições e sempre pensando no futuro, nunca no agora, somos bombardeados por críticas tecnocratas e que querem expremer o máximo de lógica em locais onde lógica nunca foi uma prioridade e nunca foi sequer necessária. Assistir Madame Teia é defrontar um senso de frontalidade em um filme de heróis, ou melhor heroína, que não existia desde o Hulk de Ang Lee. Em Madame Teia a direção está alinhada com o roteiro onde questões mais amplas como maternidade e controle sobre o destino de mulheres desde muito novas são parte da narrativa. A Cassandra Webb de Dakota Johnson é, inicialmente, a antítese da figura materna, inclusive ficando sem jeito próximo a crianças mesmo em momentos de descontração e o fato das personagens criarem um local seguro para elas ao mesmo tempo que expõe as diferenças sociais e culturais, isso é carinho, isso é feminismo de verdade, não uma cena de 2 minutos que juntam 20 personagens que não tem construção narrativa nenhuma pra vender uma falsa aura de Girl Power (quem entender entendeu...), dizer para um grupo de jovens garotas perdidas que não tem amparo que elas são válidas, dignas de afeto e segurança é mais forte que qualquer cena de ação cheia de personagens, mas que é vazio de alma. O senso de Camp na narrativa lugar comum, atrelado a um humor bem duvidoso que por ser consciente de si mesmo, consegue soar genuinamente engraçado (a cena do chá de bebê, ela falando sobre mortalidade para uma mãe as vésperas de dar a luz é ouro demais). Se passando no longínquo ano de 2003, o filme faz questão de lembrar o tempo todo o período ao qual o filme pertence com propagandas, músicas, reconstituição de época e um medo pelo futuro que rondava os milenials de outrora. Mas nem tudo aqui é luz, sim o filme possui fragilidades, a casualidade e a forma como o filme não consegue se localizar geograficamente e em questões de tempo são algo que chamam a atenção e algumas atitudes que soam questionáveis até com o desapego da lógica ainda podem incomodar. Mas sinceramente? A cinematografia é tão honesta, é tão sincera, as cenas de contemplação e exposição soam tão irreais em certos pontos que sim, eu embarquei numa viagem que é o que um filme de super heróis deveria ser bobo, extremamente acolhedor, fantasioso e ainda sim ter alma. E é isso, Madame Teia tem uma "ruindade" que é antes de tudo alma. Seres com alma são bregas, são cafonas e é essa cafonice que dá sentido a vida em alguns momentos. Um filme que está afrente do seu tempo, o tempo vai te inocentar lenda. Lembrem-se: fala mal de mim porque tem inveja, se fosse gostosa andava comigo! C U N T !
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Para uma cinefilia apegada a questões estapafúrdias (furos de roteiro, lógica, diálogos...), Madame Teia é essencial. Dramaticamente é irresoluto como um todo e quando insiste em resolver seus arcos pela imagem, cai por terra pela incapacidade da S.J. Clarkson em encenar tais momentos. Sorte que desapega rapidamente e escolhe conduzir essa aventura b/camp objetiva, descompromissada e entregue as mais diversas "cafonices" (a forma que Clarkson e a montadora orquestram as transições nas sequências com as visões, por exemplo) que é difícil não se manter, no pior dos casos, curioso. Dakota Johnson se divertindo mais do que nunca.
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Mais do que um cuspe declarado a todas as más tendências propagadas e enfiadas goela abaixo do público nos quase 20 anos da soberania industrial da Marvel/Disney e da mancha nociva da trilogia Batman do Christopher Nolan - que resultou no escárnio dos espectadores casuais e de uma parcela malfadada da crítica pós-Ebert acerca de inúmeros trabalhos desmerecidos por aquilo que eram, em essência, sua proposta artística - , Madame Teia é virtuoso para além da sua inserção no contexto amplo em que foi lançado - suas formas, contornos e mecanismos são os mais expressivos possíveis; sua Nova York é vivaz, pulsa energia e exuberância de uma realidade fantástica seja nas vielas e avenidas até mesmo as luzes dos prédios através das janelas do apartamento de luxo do Ezequiel. O mérito de S.J. Clarkson aqui é pensar uma narrativa fundamentada no movimento uniforme das coisas, onde tudo está em constante progressão. Isso vai desde a premissa - em resumo, é uma larga perseguição de gato e rato durante duas horas e das maneiras mais essencialistas possíveis; não existe grandiloquência além de uma estrutura primitiva que posiciona um antagonista implacável na caça de seus alvos e as investidas da protagonista para manter as três jovens em segurança - até o modo como a cineasta trabalha com a decupagem: sua câmera estabelece uma presença constante em movimentações circulares, zooms, travellings e planos holandeses nessa reafirmação de uma correria desenfreada pela sobrevivência, ampliando o peso desse avanço incontrolável nesse jogo de caçador e presa. Essa interferência que o movimento estabelece no tempo - da cena, das imagens em sequência, da progressão emocional da caçada de Ezequiel - é sentida também no trabalho que Clarkson faz ao lado da montadora Leigh Folson Boyd em jogar com as variantes do futuro decididas no presente através das fusões e transições que confundem a materialidade dos acontecimentos e impulsiona essa aceleração da temporalidade dos segmentos. É, talvez, o mais objetivo dos filmes da Marvel/Sony justamente por se apropriar desse fluxo para dispor seus vínculos dramáticos - a solidão de Cassie, o destino amaldiçoado de Ezequiel - sem aprofundamentos densos, mas com resoluções mais práticas, as vezes em um só plano. De resto, o que já foi dito inúmeras vezes: é delicioso ver uma obra com tamanho gosto por se sujeitar aos prazeres mais antiquados para um público mal-habituado a filmes que se pareçam filmes e não um stand da San Diego Comic Con. Sem medo de frontalizar nada e contra tudo aquilo que é (mal) institucionalizado como "bem fazer". Sem temor de charfundar na plasticidade mais edificante possível.
Madame Web
Hubo weboneo... de tiempo. Mary Parker, hijueputa sos.
Madame Web
Bro había visto esto hace SEMANAS y ni me había dado cuenta que no la rostee acá