Diary entries forTransit
Transit
De um lado: o fascismo materializado no temor de não saber quando você será capturado; o ato de se refugiar em outra identidade e renegar a sua própria como forma de sobreviver; se manter vivo em meio a um regime constituido pelo terror da possibilidade do minuto seguinte ser o seu último de liberdade; os cenários desoladores - aqui, ainda mais do que em Jerichow e seu filme seguinte, Undine - como registro de uma realidade consumida por uma desesperança e infelicidade tamanha que um mero gesto de afetuosidade é encarado como uma ameaça. Paula Beer como essa força silenciosa e fantasmagórica, encarnando um espectro de uma vida na qual não pertence ao seu protagonista; a representação da esperança de um final feliz para um mundo sem qualquer sinal de algo parecido - o corte seco do frame final para os créditos: a recusa de uma concretização do típico final hollywoodiano idealizado e farsesco. Do outro lado: um cineasta que filma isso aqui (https://youtu.be/mBTGEvwZ0ns?si=rI9yGBBG-PaOT3UG). Adivinha qual dos dois foi amplamente agraciado e consagrado em premiações quando foi lançado?
Transit
Una proeza convincente sobre la invasión nazi que se entrelaza en un melodrama potenciado por las grandes interpretaciones de Franz Rogowski y Paula Beer, una metáfora angustiante sobre la refugiados e inmigrantes contemporáneos extraído de la gran pelicula Casablanca.