Diary entries forThe Zone of Interest

53 entries
juan's profile
juan

The Zone of Interest

"The Zone of Interest" is unlike anything I've experienced before. Instead of relying on graphic visuals, it plays with your senses through chilling sounds screams, gunshots, even the haunting echoes of crematoriums. As I watched, it felt like delving into the depths of the human psyche. The music, the visuals, the performances they all weave together to create this haunting yet mesmerizing tapestry that lingers long after the screen goes dark. It's a cinematic journey that's truly one of a kind.

3h ago
cheska's profile
cheska

The Zone of Interest

i just cannot understand how one can live so normally knowing that there are people dying just on the other side of the wall with all that screaming, smoke, and smell. i want to act surprise that people live so disconnectedly from the world that they are able to just ignore the genocide happening quite literally in front of their eyes but current events have proved me wrong time and time again.

7h ago
grimmer

The Zone of Interest

Didn’t really get anything out of this. Sure, I get that it’s meant to be horrifying and it’s good in its subtlety, but I literally didn’t really care about any of it. You might think that’s heartless and maybe it is, but I didn’t find it moving and I’ve known about the atrocities the Nazis committed all my life. Just found the whole thing boring. Sorry.  It was well made and shot though.

21h ago
congratulashayla's profile
congratulashayla

The Zone of Interest

Nada no mundo surge do nada, com excessão da natureza, não existe obra posta no mundo pura, livre de pensamento, livre de ideologia e/ou livre de política. Quando um autor cria sua obra, existe sua visão sobre o que ele está criando, se for algo fantasioso, a fantasia vai pegar respaldo em coisas da vida real para se justificar e criar seu cosmo e se for real é ainda mais intenso pois precisa lidar com camadas e camadas de historicidade e fatos que fogem do seu controle "criativo" e se rende ao que é, um fato. Mas e quando uma obra tenta fugir de tudo isso, o que acontece quando uma obra tenta ser algo "neutro", sim temos uma obra que pode ter grandes aspectos estéticos, mas que no fundo é vazio e esse é o caso de Zona de Interesse. Em Zona de Interesse, acompanhamos um pedaço da vida de Rudolf Franz Ferdinand Hoss simplesmente um dos responsáveis pela criação de táticas de extermínio no período da Alemanha de certas pessoas e certos partidos. O fato do filme acompanhar um comandante nazista não é bem um problema, o problema surge quando Jonathan Glazer não consegue tirar muitas coisas dessa premissa em si. A escolha consciente de abordar a perspectiva do campo de Auschwitz do lado nazi é algo que poderiam gerar boas discussões e instigar de forma positiva algo que se sabe muito, mas que não tinha sido explorado até então... Porém nada disso acontece, o longa tem uma energia extremamente conservadora com algo que não faz sentido em ser, como que numa tentativa vã de mostrar seu protagonista UM NAZI em uma figura "casta" ou "moralista" ele invisibiliza questões que vão contra essa falsa moralidade e a todo tempo demonstra um contraste entre a família de Hoss e o campo de concentração em si que não tem motivo de ser. Quase o tempo todo vemos Takes belíssimos, uma fotografia muito boa e atuações que poderiam dizer algo... Mas não, aqui é quase tudo vazio. Ao mesmo tempo que quer ser disruptivo e polêmico: vejam só, estamos falando da vida boa de uma pessoa que matou milhões no passado. Chega um ponto que parece que se arrependeu de estar fazendo isso e suaviza as coisas de forma que outros personagens precisam falar atrocidades como se pra tirar o peso das costas do protagonista... Moralidade são assuntos que podem ser levantadas no cinema, pra bem ou pra mal, mas existe uma linha de bom senso onde, eu pelo menos acredito, que nazista não é nem gente, então porque esse esforço em tentar dizer que a Alemanha nazista existiu, foi um inferno e ainda sim tentar vender uma questão mais complexa do tipo: vejam bem esse cara tem família também, as coisas não são tão simples assim. Concordo, as coisas não são simples, mas por que que ao invés de iniciar um questionamento válido com um texto que combine sua direção inspirada, você mais parece uma produção de grande orçamento da Brasil Paralelo!? E olha que eu ainda tô sendo gentil, pois o Brasil Paralelo ainda consegue fazer coisas que te geram minimamente raiva, em Zona de Interesse não temos nem isso. É entendível porque esse aqui tá concorrendo a Oscar, ele é mais inofensivo e vazio do que parece. No mais, Zona de Interesse é um filme que tem bastante potencial, possue uma direção linda e uma fotografia que cria quadros e constrói sua narrativa, visualmente falando muito bem, porém as imagens belas parecem querer ser mais um atrativo a parte do que algo que agregue de alguma forma. Ele tenta ser algo que incomoda ao abordar uma figura extremamente monstruosa na história da humanidade, existe um feeling bizarro de conservadorismo sobre a imagem de uma pessoa que não tem porque ter esse apreço moral e quando você acha que vai vir algo para te defrontar, é algo que fica em 2° plano e parece mais um desvio de caráter de um nobre do que algo que de fato abale a moral de uma pessoa dita íntegra, mesmo sendo quem a pessoa é. Um filme de alto orçamento que poderia ter vindo facilmente do Brasil Paralelo, mas que não tem força nem pra te fazer raiva, como uma produção da Brasil Paralelo faria com bem menos esforço.

1d ago
sweeneytom

The Zone of Interest

Some on here have gone down the well of philosopher Hannah Arendt's famous "banality of evil" phrase. Reporting on the trial of officer Adolf Eichmann, Arendt posited that he wasn't remarkable or noteworthy but even worse: he was familiar. Whether you look in a 1963 book or in a 2008 bat film, it's not hard to find the theory that the scariest thing about good and evil isn't that they could be up for interpretation, but that the gulf between them may not really be that wide. Some people you love right now could be defending the genocide of Palestinians; someone you went to school with may have done that school shooting a week or two ago; a former coworker robbed a bank last year. You didn't see it coming a mile away. You couldn't have. It doesn't reflect on you...does it? And then you go about your day not thinking about it, maybe even talk to them later to catch up. About better things of course, not that. They're not their worst mistake, are they? Because if they are, so are we. And if that were the case, well, this would be pretty close on our list. Can't have that We demonize people with extravagant and loaded words full of connotation and bile ("monster", "psychopath", even "evil") to put them on their own exclusive pedestal just to avoid ourselves having to say that they were, are, people. If we don't, it just makes it worse And then we get on with our day. If we don't, it just makes it worse Because if we don't? If we can't? Well... What does it say about us that we could see kids get shot up, change the subject within a month, and then move on to arguing it didn't even happen while the parents were still mourning? (https://en.wikipedia.org/wiki/Sandy_Hook_Elementary_School_shooting_conspiracy_theories) What does it say about us that we can see another genocide happening, say it's not, support the people doing it, and veto numerous attempts to stop it? (https://www.aljazeera.com/news/2024/2/21/world-condemns-uss-latest-un-security-council-veto-on-gaza-ceasefire) The final five minutes are among the hardest things I had to watch. I'm glad I've been sick with a 7-day cold because if my plans to see The Zone of Interest in theaters hadn't fell through, I don't know if I'd have been able to handle big screen just for it. I never considered myself an overthinker before my dad died; 16 months and I still think every day. Can't shut it off, can't just move on and go gardening. I stop on steps to puke, but I can't just brush it off and keep going anew and fresh. Compartmentalizing sounds so nice, wish I could do it but this life takes its toll. On all of us Calling people good or evil lets us all off way too easily Oh yeah also the audio here is phenomenal. Horrifyingly so, and ever present. Oppenheimer fans watch a new film challenge

1d ago
breakfastcowl

The Zone of Interest

Clinical arrangement, we're on the table. Local anesthesia has been applied but the patient is fully aware for the goings on. The scalpel descends and begins its business. Such is the cool approach from Glazer which, while tracing a pale finger along that specific period, nonetheless directs attention to all time as well as our time. Throat grabbing sound design, and pit-in-your-stomach 'hidden camera' vantage points as we watch this ghastly terrarium in action. We know what the darkened halls of history have swallowed whole, and yet we descend.

2d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

The Zone of Interest

Recentemente em uma conversa, mencionei que os últimos trabalhos do Glazer pareciam menos um filme do que um exercício cinematográfico com foco apenas no mecanismo, mas sem buscar utilizá-lo para algo; mais no efeito técnico da linguagem ao invés da relação que tais artifícios empregados vão resultar na criação de uma imagem. Em palavas simples: a "brincadeira" artística em detrimento de qualquer coisa que se possa criar através do cinema - uma especulação baseada em The Fall e Strasbourg 1518, curtas recentes do diretor. Mais do que usar os elementos da linguagem, é necessário que se tenha um propósito acerca deles. E, mesmo assim, essa ideia consolidada pelo diretor não será automaticamente impassível de críticas. Aqui, em em Zona de Interesse existe uma perspectiva de choque, uma minuciosidade pautada no distanciamento da câmera com a brutalidade dos campos de concentração, constituindo um horror sugestivo, uma tormenta sonora de gritos, tiros e desespero que nunca é posta perante o dispositivo cinematográfico. Quando a omissão se limita ao cotidiano robótico da família do oficial alemão Rudolf Höss, é uma apatia que reafirma como aquelas pessoas encaram com indiferença a crueldade de Auschwitz, onde o espaço corresponde a essa atmosfera - enclausurados, escuros, mecânicos, filmados como um pesadelo distorcido onde a câmera mantém um afastamento que os reduzem nos cenários internos desoladores. Todavia, o filme de Glazer é menos sobre esses personagens e mais sobre a circunstância histórica, esse recorte dos campos de concentração sem sequer vermos o seu interior e funcionamento diário. Ouvimos constantemente os sons da barbárie, mas a frontalidade da imagem é negada ao espectador. O problema não está na recusa, mas em transformar o recurso sonoro nesse mecanismo artístico perverso em seu distanciamento quanto na presença que exerce pela mise-en-scène. A ânsia de criar esse terror auditivo mais imaginado do que reconstruído, o seu projeto se distancia demasiadamente e exerce um retrato esvaziado de qualquer peso verdadeiro relativo aos horrores do evento.

2d ago
vinguson's profile
vinguson

The Zone of Interest

The lovely movie with a scream voice

2d ago
Mauritto's profile
Mauritto

The Zone of Interest

Es una locura como esta película cuenta más con lo que no se ve, como no se ven víctimas, no se ve violencia explícita, no se ve el conflicto o algo tan simple como una carta

2d ago
dedevzes

The Zone of Interest

incrível como muito do que aconteceu contra os judeus não é mostrado visualmente, apenas pelo som só deixa a história mais aterrorizante ainda

2d ago