grimmer

Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles

Brilliant in so many ways, but my god this is the most boring film ever made. And purposely so. Watched the entire thing in the cinema which was a great experience, I was one of the few who didn’t fall to sleep, the two old women next to me slept for pretty much the entire thing. The film perfectly shows loneliness, boredom and passing time. The ending is obviously the climax, and it was very well. I was so sure she’d kill herself, but I was wrong, which made the event even better for me. It’s a masterpiece in every sense, but a family which I will never watch again.

22h ago
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congratulashayla

Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles

Jeanne Dielman, das 07 às 21h. Antes de falar de Jeanne Dielman, eu penso nas condições aos quais eu vi esse filme. Foi uma sessão de cinema, 14h da tarde em um ambiente fechado e com as condições que me "forçavam" a encarar esse filme de pouco mais de 3h. E isso me fez repensar minha forma de consumir e apreciar cinema. E como realmente tem certos filmes que você vê ou só conseguiria ver através de uma sala de cinema, não sou o purista que acha que todo mundo deva ver filmes no cinema, até porque a realidade material de cada um condiciona você como consumidor/apreciador, mas eu posso dizer por mim que eu nunca veria esse filme se não fosse em uma sala de cinema. Toda a forma como a Shantal capta os espaços é sempre um grande estático que captura o máximo de elementos possíveis, ao mesmo tempo que enclausura a protagonista em um espaço tão apertado até em espaços mais abertos. Jeanne Dielman é uma mulher que tem uma rotina extremamente ritualística, ela é metódica, é direta e é focada. Existe uma questão que me captura e na verdade faz parte da experiência que é como a diretora quer que você sinta o tempo passar na rotina daquela mulher minuto a minuto. São espaços tão enclausurados, é uma mise en Scene tão pautada no enclausuramento que quando algo faz barulho... Ele é estridente. Parte do trabalho da Shantal é justamente te fazer sentir de forma sensorial aquela rotina (aqui fica a dúvida se é proposital do filme ser tão estridente ou a projeção do Dragão do Mar) a chaleira é barulhenta e ela estica o barulho, os passos em casa parecem pisões fortes que fazem barulho ele por fim a cacofonia do bebê que a protagonista já desnorteada da rotina que foi quebrada com uma panela de batatas que queimou precisa que agora o caos reine então ela não deixa a criança em paz. Um amigo comentou como a Shantal é uma escrota, de forma positiva, uma vez que essa mulher teve a rotina quebrada, nós vamos acompanhar o declínio da rotina dela junto com a mesma. É no cansaço, na exaustão e nas pequenas quebras do ser de Jeanne que o filme se encaminha pra reta final que até lá, ela é metódica, austera, mas não isenta de vida. Na verdade a maior pulsão de vida do filme surge de um ato de violência e até isso é contida. A catarse é silenciosa, pode ser um choque ou pode ser mais um ato de apatia... Mas Jeanne Dielman encapsula tudo isso ao mesmo tempo. Que experiência meus amigos!

1d ago
breakfastcowl

Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles

That compartmentalization of movement. Felt the earth shift when she overlooked a button while dressing. Audible gasp when someone was sitting in her seat. I've been cooked too long, throw me out

2d ago
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joaomarco2003

Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles

O vazio, a tortura do cotidiano. Uma prisão sem grades. Um universo enclausurado e pronto para explodir a qualquer momento apenas para chegar a aquilo que Jeanne encontra no plano final: paz.

2d ago
BelugaJames

Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles

I wish I had something deeper or more profound to say, but all I can muster right now is vague thoughts and half formed ideas Per Alexandra West’s description of the evolution of the genre, is this a progenitor of New French Extremity (yes, I’m aware it’s Belgian) Delphine Seyrig is incredible in this The boldness of this is astonishing Ordinary madness Life as it’s own sort of prison I wantthat coffee All this to say that, while I don’t know that I would have it onmylist were S&S to invite me, I cannot at all blame anyone who had it on theirs.

6d ago
fabian

Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles

i knew it was building up to something, i just didn't know what. just as i thought nothing was going to happen, something happened. It's like an experience that you have to surrender yourself into, let yourself curl up into and get fully absorbed by its world. that last shot especially, in its entirety and stillness, was just beautifully terrifying. making love is just a detail... if i were a woman i'd never make love to a man that i wasn't deeply in love with how would you know? you're not a woman evidently clear that she didn't choose prostitution. she was forced into that line of work in order to provide for herself and her son after being widowed. a commentary on the mundane lives housewives, and women, were subjected to during that time. how it can easily drive someone crazy. she, like many women, were sold on this life they needed to live. those long takes of jeanne just sitting, or washing dishes, or setting the table, or making the bed, or bathing. using routine and perfection to escape the horrors of life. when subtle things don't go as planned, it drives her mad because her entire worldview is falling apart. her routine gave her purpose.

6d ago
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gabriskiepoint

Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles

Did you wash your hands?

7d ago