Diary entries forDecision at Sundown
Decision at Sundown
Rastros de Ódio se Rastros de Ódio fosse bom. Meu primeiro do Boetticher e meu primeiro de 1957. Um filme que se inicia como um filme de faroeste aparentemente padrão, mas que conforme avança, a trama de vingança se desenha, e os personagens começam a falar algumas coisas são escancaradas. A primeira delas é como o diretor desenha essa trama de vingança, constrói essa lógica masculinista de honra e o termo "homens como ele..." são cunhados pra não se referir ao indivíduo, mas a um recorte do tempo e um modo de vida que se sustenta de uma idealização masculina que pesa muito mais quando você é alguém que foi pro exército, descobre uma traição e pela lógica do que você acredita... O culpado é outro indivíduo. O mundo tá te dizendo que talvez essa pessoa imaculada que você queira vingar não tenha sido tão boa assim em vida e que você tá lutando com um ideal arcaico... Você está lutando contra o tempo. Nessa brincadeira Boetticher discute relações de poder, relações políticas e nisso ele engloba alguns trabalhos célebres como "Consciências Mortas" do Wellman, lógico de forma resumida, mas não sem perder seu tom e acho interessante como o filme é consciente o suficiente pra demonstrar pelas imagens e texto que a presença de Bart Allison foi boa pra questionar a forma como Sundown estava sendo organizada enquanto cidade, mas que o modo de pensar e agir do andarilho é nocivo pra si e negar até o fim o toque, essa lógica de progressão do indivíduo em prol de todos é bom demais. A cena com o protagonista indo embora com dois cavalos, com uma sela vazia é muito forte.
Decision at Sundown
There's this undeniable allure to the world crafted by Budd Boetticher in his westerns, underscored by their brisk pacing and presence of Ranown western star,Randolph Scott. What distinguishes their career defining collaborations from other 50’s western, of which there was a lot of, is Budd Boetticher's remarkable ability to create rich characterization within the confines of ninety minutes or so. In Decision at Sundown, the revenge western trope takes a pretty compelling turn as we follow Bart Allison (Randolph Scott) on his quest to right some wrongs, which are laced with this poignant sense of misguided righteousness. Similar to the character interactions in the other Boetticher film I saw, Ride Lonesome, this film thrives on those engaging exchanges - this time between the townsfolk. Randolph Scott's portrayal of Bart really elevates Decision at Sundown for me, along with the other Ranown westerns, as his presence alone exudes this captivating aura that manages to lend depth to his characters. Despite being on the older side, Scott brings a sense of melancholy to his roles, which I believe does a good job at imbuing his characters with sadness and vulnerability, really humanizing them with as little words as possible. Decision at Sundown may not revolutionize the western genre, sure, but its strength lies in its adept storytelling and tight construction. It eschews grandiose shootouts in favor of a well-crafted story, perfect for some evening viewing.