Diary entries forMission: Impossible - Fallout
Mission: Impossible - Fallout
Hell yeah, this film is definitely the top-notch in the entire Mission Impossible! Can't wait to watch Dead Reckoning next week! Henry, your charm is off the charts here đđ
Mission: Impossible - Fallout
For me, this is the best mission impossible movie and itâs not even close. Everything about this is so well done, and the action is absolutely incredible. The ending is also very satisfying and rewatching this has got me even more hyped for number 8.
Mission: Impossible - Fallout
The best one to date, MI6 has everything going for it. The action, technology and story are all fantastic, with some heartfelt moments scattered in. The ending is done very well, Hunts ex-wife and his new girlfriend both being there together was a bitter sweet moment. An amazing film.
Mission: Impossible - Fallout
O formalismo que engrandece o cinema de gĂȘnero e torna MissĂŁo ImpossĂvel, talvez, a maior franquia de ação da dĂ©cada passada e dessa tambĂ©m! Sendo menos intimista na abordagem e abraçando de vez a grandiosidade da loucura impulsionada pelos feitos de Ethan Hunt de Tom Cruise, o 6° capĂtulo que Ă© comandado por Christopher Mcquarrie Ă© um evento que Ă© impulsionado pelos corpos e a farsa que esse show de Halloween (como diz a personagem de Angela Basset) promove desde o começo. Aquele teatro milimetricamente coordenado na enfermaria com o extremista e a presença do personagem da CIA brucutu de Henry Cavill sĂŁo os pilares desse capĂtulo onde o simulacro da realidade, uma possibilidade de tragĂ©dia a nĂveis mundiais e um fantasma do passado que retorma pra trazer o sentimento de ansiedade, cada plano, cada ação Ă© ainda mais tratado com o fator de imprevisibilidade e urgĂȘncia, o tema de "MissĂŁo ImpossĂvel" Ă© elevado a nona potĂȘncia quando rodas as açÔes de risco ganham sua urgĂȘncia e solução no Ășltimo segundo literalmente. Provando por A+B como a franquia a partir do quinto capĂtulo segue uma construção de mito religioso na figura do protagonista, o noticiĂĄrio fake que mostra 3 grandes pontos religiosos importantes no mundo, o filme segue essa idĂ©ia quando coloca a figura do protagonista pra enfrentar o demĂŽnio na sua totalidade, um corpo que representa as tragĂ©dias bĂblicas que sĂł um suposto Messias pode vencer, para alĂ©m de um fim total de um mundo que renega seu vilĂŁo, ele tem paixĂŁo e afeto por misĂ©rias de forma geral, fome, doença, guerra e morte. Acho muito emblemĂĄtico como a Ilsa de Rebecca Ferguson volta e cria esse par perfeito, mesmo mundo, mesmas urgĂȘncias, mas um passado de culpa evita que Ethan viva um romance. NĂŁo tem ato de romance maior do que aquele que deixa de viver para proteger alguĂ©m e igualmente apaixonado Ă© quem se arrisca a desarmar uma bomba nuclear totalmente baseado em fĂ© de que o outro vai vencer, sĂŁo os temas que lembram o filme do Woo que me fazem amar esses filmes do Mcquarrie!
Mission: Impossible - Fallout
Un des meilleurs de la saga
Mission: Impossible - Fallout
My favorite MI film. Good to see Rebecca Ferguson continuing to kick ass, great to see Henry Cavill have fun and not need to fake it around Zack Snyder, and I'll always love seeing Ving Rhames
Mission: Impossible - Fallout
you could never go wrong with the MI franchise, it always delivers in action and suspense. the plot was nothing new but the movie made the plot interesting! the action and stunts were crazy as always and the acting was top notch!
Mission: Impossible - Fallout
Bwuhmmmm.... I'm tired of these movies. Twists and shouts, monologues, blah blah... amazing stunts, though.
Mission: Impossible - Fallout
1. Afora o que jĂĄ comentei anteriormente aqui (https://boxd.it/4uhc4l), um filme sobre a canonização de Ethan Hunt. Em Nação Secreta, Hunley chama o protagonista de "manifestação viva do destino", mas em Fallout, McQuarrie e Cruise fazem questĂŁo de reafirmar Hunt como o prĂłprio destino, inabalĂĄvel por quaisquer adversidade que atravesse seu caminho e disposto a por tudo em jogo para salvar aqueles que ama. Um indivĂduo elevado ao posto de força da natureza capaz de codificar a prĂłpria farsa e vendĂȘ-la alĂ©m do mundo em frente a cĂąmera. Tal qual os personagens, somos enganados e tudo tem seu bom motivo. Duas falas proferidas durante o filme sĂŁo afirmaçÔes acerca do personagem ao pĂșblico. A primeira, dita pela ex-esposa, Julia: "Nothing happened. Because You were here. And I sleep soundly at night knowing you always will be." E a segunda, falada pela Erica, personificada pela Angela Basset: "The world needs the IMF. We need people like you, who care about the one life as much as they care about the millions." 2. Se o anterior se entregava ao desmonte ilusĂłrio reminiscente do primeiro capĂtulo da franquia, em Fallout, essa abertura mediante ao farsesco se estrutura com um sarcasmo autoconsciente dos prĂłprios alicerces que nĂŁo se preocupa em brincar com aquilo na qual enxergamos a todo instante. A abertura, releitura declarada da sequĂȘncia inicial do primeiro longa dirigido pelo De Palma, nĂŁo engana apenas o informante na qual Ethan e Luther querem extrair a informação, mas manipula nosso olhar atĂ© o ponto em que desconstrĂłi o cenĂĄrio em nossa frente. O truque se desfaz em nĂveis gradativos, mas sempre reconhecendo os seus dispositivos e ironizando-os sem menosprezĂĄ-los no processo - o deboche de Walker com as mĂĄscaras ou as mĂșltiplas reviravoltas sĂŁo os melhores exemplares disso. 3. O restante jĂĄ conhecemos bem: com uma escala ampliada em comparação ao anterior, McQuarrie converte seus set-pieces em espetĂĄculos que resgatam um encantamento quase primitivo, horas atĂ© contemplativo em alguma instĂąncia - tudo que rodeia a sequĂȘncia aĂ©rea do salto, por exemplo - , mas sempre preservando uma lĂłgica de encanto pelo movimento das coisas, seja Ethan Hunt correndo a pĂ© ou sendo perseguido pelas avenidas de Paris, do combate em um banheiro pĂșblico luxuoso de uma rave atĂ© a perseguição de helicĂłpteros (!) pelas montanhas da Caxemira, a cĂąmera se mantĂ©m presa ao deslumbre de presenciar com clareza e admiração as peripĂ©cias de Cruise e sua turma. O equivalente cinematogrĂĄfico a uma apresentação de circo, onde nos maravilhamos com a capacidade humana de se desafiar.
Mission: Impossible - Fallout
Fallout Ă© o capĂtulo de MissĂŁo: ImpossĂvel que melhor encontra uma estabilidade entre a teatralidade do espetĂĄculo - agora em escala ainda maior; de estruturas e set-pieces gradativamente mais grandiosos - e a minĂșcia do vĂnculo dramĂĄtico que percorre a relação de Hunt com aqueles que passaram por sua vida - o malfadado arco com a ex-esposa retorna aqui em uma sensibilidade que a incompetĂȘncia de Abrams foi incapaz de administrar. Esse balanço Ă© agregador tanto para a proximidade emocional dos planos quanto na dimensĂŁo da encenação dessa ação coreografada, ritmada e decupada como acrobacias circenses, onde esse deslumbre Ă© inerentemente parte do movimento humano. Sem contar que Ă© a inserção na franquia que melhor reconhece a sua essĂȘncia farsesca de um filme e a utiliza atĂ© em tom metalinguĂstico - toda a brincadeira com Hunt personificando Lark, o jogo de mĂĄscaras e as revelaçÔes amontoadas sĂŁo bem sintomĂĄticas disso.