Diary entries forCruella

44 entries
Aaron. ⬛🌫️⬜🟪's profile
Aaron. ⬛🌫️⬜🟪

Cruella

my housemate and i, knowing that it was fashion: "but, is it fashion?"

21h ago
cheska's profile
cheska

Cruella

“something about poetic justice that’s just so… poetic” exactly my bestie cruella  also anita and cruella gfs so true. honestly got scared for a minute that cruella and jasper were gonna kiss, thank god they didn’t. lastly emma stone your range bestie, its impeccable!

1d ago
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astrid

Cruella

this was camp. the soundtrack was FIRE.

1d ago
grimmer

Cruella

Best live action Disney film, and close to being an eight out of ten. Loved lots about this, especially Emma Stone who kills it as Cruella. I also really enjoy the story, it’s interesting and keeps the audience entertained. There are some funny jokes and good dialogue, however there are a few things which let it down. Firstly the entire first sequence. Jasper and Horace are terrible as kids, like some of the worst acting I’ve ever seen. As adults they’re pretty good. I also wish this was a bit darker, I felt it lacked an edge but it is Disney I guess. I hope they make a sequel.

2d ago
𝖓's profile
𝖓

Cruella

they say there are five stages of grief: denial, anger, bargaining, depression, and acceptance. well, i'd like to add one more: revenge ٠࣪⭑ cruella is that bitch

2d ago
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elle

Cruella

tudo nesse filme eh absolutamente ICONICO

2d ago
lele!!'s profile
lele!!

Cruella

NOSSA MAS ESSES FIGURINOS 🤌🤌🤌

2d ago
sweeneytom's profile
sweeneytom

Cruella

i had to wash that A Quiet Place 2 foul taste out of my mouth and see a good film, a great film, a perfect film thanks Emma Stone, you've still never failed me yet

3d ago
sweeneytom's profile
sweeneytom

Cruella

“It's funny how those happy accidents can change the whole direction of your life. Although looking back, happy may not be the right word” perfect. sorry not sorry

3d ago
joaomarco2003's profile
joaomarco2003

Cruella

Sempre fui, ainda sou e provavelmente continuarei sendo crítico a higienização plastificada de uma idealização mercadológica tal qual são os live-actions da Disney. Essa capitalização em cima de uma estrutura nostálgica pré-concebida é uma estratégia tão pouco artística e inexpressiva, calculada pela fácil absorção da familiaridade e dos vínculos pré-estabelecidos com o material original que repele qualquer oportunidade de criatividade de conceitos e formas. É como bem pontuaram uma vez: a sensação é assistir um cadáver reanimado, putrefato e sem qualquer vivacidade que cative o espectador. Por 4 anos, acreditei que Cruella se tratava de mais um desses exemplares. Agora sei que associá-lo a esse grupo é um erro. Cruella é, em essência, um filme de muita pompa performática. Craig Gillespie é esse cineasta propenso a hiperestilizar seu processo de decupagem ao máximo - Eu, Tonya sendo uma confirmação disso - e transformar tudo em uma grande hipérbole cênica. Não só isso opera bem aqui como estabelece esse diálogo direto com sua protagonista: Cruella é uma figura inquieta, tanto em personalidade - a estravagância de seus modos e comportamentos - quanto em criatividade artística. Por isso mesmo que o cineasta faz questão de movimentar no ritmo de sua musa. O que se segue disso é uma câmera que assimila essa inquietude colocando-a fora do eixo, abusando de aproximações excessivas do dispositivo, estrapolando no uso de panorâmicas e travellings e brincando com montagens abarrotadas de informações que se acumulam. Gillespie entende o timing de sua protagonista como movimento de revolução. Por isso mesmo que o ato-central do filme é o seu melhor momento: o conflito de Baronesa e Cruella é um embate contra um conservadorismo artístico da primeira e o experimentalismo expressionista da segunda, transformando os embates de vestidos e modelos em um confronto da arte elitista, calcada no perfeccionismo e garbo exarcebadamente meticulosos - portanto, inexpressivos - e a mistua grosseira, vulgar e de formas agressivas que a personagem de Stone representa nessa cena da moda. Falando nela, Emma Stone encontra espaço de sobra para se divertir: seu histrionismo e expressividade cômica nunca foram tão bem agregados a uma personalidade como ocorre na encarnação de Cruella; ao mesmo tempo, sua insanidade presente nos olhos enormes da atriz parecem bem aproveitados por Gillespie para complementar esse mix de loucura e carisma que a protagonista traz para si. Ainda que refém das mesmas incessantes manias de um cinema tão artificializado em certos instantes - não apenas esse filtro bege/alaranjado causa um certo desconforto como a dissolução final é deplorável de feia, especialmente em comparação com o restante do longa - , Cruella está a anos-luz de distância da mediocridade que foi vista em exemplares como O Rei Leão de 2019 ou Malévola. No mínimo, é algo notável e digno de aplausos. (Agradecimentos especiais a minha querida amiga Lídia que, mesmo não sendo cinéfilia, foi capaz de fazer uma leitura tão instigante do filme - e infinitamente superior a qualquer crítica medíocre de muito cinéfilo por aí - com o mundo da moda que me trouxe até essa perspectiva. Graças a ela pude reconhecer as virtudes desse longa.)

3d ago