Diary entries forThe Assessment
The Assessment
First she warped reality to become a mother, now she’s begging bureaucracy—Olsen really said let her love something, damn it.
The Assessment
Shockingly weird but good movie. It's like watching Vivarium but better and more traumatic, this movie doesn't make sense but it makes sense if you think about it, this movie is about a test whether you are suitable to have children or not but in a very strange and extraordinary way. Huft, I was speechless even when it was ending I was amazed and even though this is a good movie I will never rewatch it again.
The Assessment
la premisa es interesante, siento que le falta un poco de desarrollo pero de todas formas la disfruté. la cinematografía y el diseño de producción son muy buenos, me gustó mucho el uso de los colores
The Assessment
é tão maluco que chega a ser genial. a premissa parece “simples”: em um mundo distópico onde as pessoas não podem engravidar naturalmente, um casal precisa passar por uma avaliação para serem aceitos como pais e poder receber uma criança. só que a forma como se desenvolve é muito boa, a estranheza e o absurdo do ser humano que é abordado para findar em algo tão básico como a relação tão preciosa que se tem na maternidade/paternidade. algumas coisas sem sentido e meio esquisitas, como as ações do Aaryan em relação a Virginia, me fizeram pensar que poderia ser um filme ruim como um todo, mas o final salvou muito, fechando a mensagem com chave de ouro na cena perfeita em atuação e diálogo da Elizabeth Olsen com a Alicia Vikander. queria ter mais a falar para indicar esse filme e descrevê-lo em sua essência, mas acredito que seja uma experiência que só dá para entender por si mesmo.
The Assessment
“why does it feel like I’m suffocating”
The Assessment
Filme contraceptivo
The Assessment
multiverse of maternal madness
The Assessment
— Your mother, did she get what she deserved? Eu sou meio obcecada por filmes de ficção científica que falam, de alguma maneira, sobre maternidade. Vi alguns nesses últimos anos e The Assessment foi uma boa adição. No fim das contas, quanto mais avançamos tecnologicamente, mais percebemos que as discussões se tornam mais sobre as relações humanas nesses ambientes. A maternidade, por si só, é complexa, dentro do contexto do filme, passa a ser algo ainda mais difícil de discutir. Toda a premissa passa uma aura muito de mundo futurista que tudo deu errado e agora as pessoas precisam renunciar a coisas humanas para sobreviver. A maneira como o filme traça as posições de maternidade e paternidade é muito interessante, você pega nos detalhes de como a mãe lida com certas coisas e o pai com outras. Também temos o estranhamento de como isso é feito, como o sistema quer quebrar psicologicamente os candidatos e humilhá-los. A discussão é feita de forma sutil. Presente, clara, mas sutil. O filme não precisa expor em diálogos e cenas explicativas as diferenças entre ser pai e mãe, o que é ótimo. A cena da estufa interpretei como a maneira como mulheres precisam abdicar da sua vida inteira — carreiras, personalidade, individualidade — para se tornarem mães, como se não fosse possível fazer tudo isso de uma vez. Enquanto homens mantêm sua vida tranquila, sem muita mudança depois da paternidade. Admito que os minutos finais acabaram deixando a história um pouco mais fraca, perdeu o ritmo e acredito que terminar com o final da avaliação teria sido muito mais poderoso. O impacto parece que se perde quanto seguimos depois da avaliação. Ainda assim, gostei bastante!
The Assessment
Off-putting, beautifully shot, depressing, crazy, it's futuristic and lonely, hard to watch and captivating, the couple at the center is on their own. Isolated from everything, and at the same time, Ingrossed in both their work and insecurities. The abstract deathlessness, the void of it all, what do we fill our time with? what do we long for when occupying endless life? What cannot be replaced? What would we give up for a child? Who do we become when faced with the chaos of parenthood? What if your child was actually a fully grown woman? This scifi mind fuck is tense, thrilling, heart wrenching, and at times oddly wholesome (in breif fleeting moments that feel contradictory and odd, as you feel yourself, like the characters, getting lost in the blurred lines between roleplay and reality)