<a href="https://joomarco2003.substack.com/p/coming-soon"><i>O último plano de Vidro é aquele que, certamente, permeia a mente do indiano: rejeitado por crítica e público, transformado em piada e chacota durante anos, o realizador expressa em cada frame, cada pequeno momento, cada detalhe da sua encenação um completo e puro amor naquilo que faz. Ele crê nesses mundos de habitantes de mundos aquáticos, super-heróis, fantasmas, alienígenas, entre outros como uma fuga do pessimismo da realidade que vive. A fantasia, para além de uma ferramenta de restauração, um refúgio na qual, por breves momentos, ele pode ser uma criança novamente. Pura, sonhadora e esperançosa. No final, é como bem ilustra a sequência do Lady in the Water na qual Heep precisa se comportar como uma criança para que descubra o resto da história. Shyamalan quer que, ainda que durante 2h, voltemos a doçura de vermos o mundo por olhos infantilizados, repletos de fé. </i></a>